08 de março de 2019
Mulheres ganharam 20,5% menos que os homens em 2018, diz IBGE.
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Números mostram uma melhora em relação a 2017, quando rendimento médio das trabalhadoras correspondeu a 78,3% do dos homens, mas ficou inferior ao observado em 2016 (80,8%).
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As mulheres seguiram ganhando menos em 2018. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta-feira (8) relevou que o rendimento médio das mulheres ocupadas equivalia a 79,5% do que era recebido pelos homens.
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No ano passado, o rendimento médio das mulheres foi de R$ 2.050, enquanto os homens receberam R$ 2.579. Uma diferença de 20,5%.
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Os números colhidos em 2018 mostram uma melhora em relação a 2017, quando o rendimento médio das trabalhadoras equivalia a 78,3% ao do dos homens, mas ficou inferior ao observado em 2016 (80,8%).
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A. pesquisa também apontou que as mulheres trabalharam menos horas do que os homens - o levantamento exclui as horas dedicadas para serviços domésticos. Segundo o IBGE, no ano passado, as mulheres trabalharam 37,9 horas, enquanto os homens atuaram por 42,7 horas.
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Em 2018, o valor médio da hora trabalhada era de R$ 13,0 para a mulheres e de R$14,2 para os homens, indicando que o valor do rendimento da mulher representava 91,5% daquele recebido pelos homens.
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O estudo do IBGE foi feito em todo o país com a população de 25 a 49 anos.
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Enquanto a proporção de rendimento médio da mulher branca ocupada em relação ao homem branco ocupado era de 76,2%), a proporção entre a mulher e homem de cor preta ou parda era de 80,1% em 2018. Esse comportamento ocorreu em todos os anos, desde 2012.
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Números mostram uma melhora em relação a 2017, quando rendimento médio das trabalhadoras correspondeu a 78,3% do dos homens, mas ficou inferior ao observado em 2016 (80,8%).
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As mulheres seguiram ganhando menos em 2018. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta-feira (8) relevou que o rendimento médio das mulheres ocupadas equivalia a 79,5% do que era recebido pelos homens.
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No ano passado, o rendimento médio das mulheres foi de R$ 2.050, enquanto os homens receberam R$ 2.579. Uma diferença de 20,5%.
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Os números colhidos em 2018 mostram uma melhora em relação a 2017, quando o rendimento médio das trabalhadoras equivalia a 78,3% ao do dos homens, mas ficou inferior ao observado em 2016 (80,8%).
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A. pesquisa também apontou que as mulheres trabalharam menos horas do que os homens - o levantamento exclui as horas dedicadas para serviços domésticos. Segundo o IBGE, no ano passado, as mulheres trabalharam 37,9 horas, enquanto os homens atuaram por 42,7 horas.
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Em 2018, o valor médio da hora trabalhada era de R$ 13,0 para a mulheres e de R$14,2 para os homens, indicando que o valor do rendimento da mulher representava 91,5% daquele recebido pelos homens.
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O estudo do IBGE foi feito em todo o país com a população de 25 a 49 anos.
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Enquanto a proporção de rendimento médio da mulher branca ocupada em relação ao homem branco ocupado era de 76,2%), a proporção entre a mulher e homem de cor preta ou parda era de 80,1% em 2018. Esse comportamento ocorreu em todos os anos, desde 2012.
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"A menor desigualdade entre rendimentos de pretos e pardo pode estar relacionada ao fato dessa população ter maior participação em ocupações de rendimentos mais baixos, muitas vezes, baseadas em piso mínimo", aponta o IBGE.
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Nível de instrução
Em 2018, o rendimento médio mais baixo, segundo o nível de instrução, era o da mulher do grupo sem instrução e fundamental incompleto (R$ 880), enquanto o mais elevado era recebido por homens de nível superior completo (R$ 5.928).
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Com exceção de 2012, a razão do rendimento entre mulheres e homens sem instrução e fundamental incompleto alcançava o percentual mais elevado entre todos os níveis de instrução, atingindo 68,6% em 2016.
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Entre os anos de 2012 a 2014, a razão crescia com o nível de instrução; nos anos de 2017 e 2018, a tendência se invertia com as mulheres de nível superior completo, obtendo os menores percentuais: (62,7% em 2017) e (64,3% em 2018).
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Ocupações mais comuns
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Considerando as ocupações selecionadas pelo estudo, a participação das mulheres era maior entre os trabalhadores domésticos (95%), seguido por professores de ensino médio (84%) e trabalhador de limpeza de interior de edifícios, escritórios, hotéis e outros estabelecimentos (74,9%) .
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Recorte por grupamentos.
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Pelo levantamento, o grupamento o ocupacional em que as mulheres se destacaram foi o de integrantes das forças armadas, policiais, bombeiros e militares. Nessa categoria, o rendimento habitual das trabalhadoras equivalia a 100,7% do rendimento dos homens no ano passado.
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O pior resultado foi observado entre os profissionais das ciências e intelectuais (64,8%)..
Desigualdade piora com avanço da idade
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O IBGE apurou ainda que há uma tendência de queda da razão do rendimento da mulher em relação ao do homem conforme os trabalhadores ficam mais velhos.
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No ano passado, as mulheres de 25 a 29 anos recebiam 86,9% do rendimento homem. Na faixa etária de 30 a 39 anos, a relação recuou para 81,6% e, por fim, caiu a 74,9% entre o grupo que tinha de 40 a 49 anos.
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De acordo com o IBGE, esse movimento está relacionado com a redução da jornada média que ocorre com as mulheres mais velhas.
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Diferença entre negros é menor.
A pesquisa mostrou também que as mulheres, sejam brancas, pretas ou pardas, têm rendimento inferior ao dos homens da mesma cor. Mas a diferença entre mulheres brancas e homens brancos era maior que entre mulheres de cor preta ou parda e homens da mesma cor.
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Enquanto a proporção de rendimento médio da mulher branca ocupada em relação ao homem branco ocupado era de 76,2%), a proporção entre a mulher e homem de cor preta ou parda era de 80,1% em 2018. Esse comportamento ocorreu em todos os anos, desde 2012.
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"A menor desigualdade entre rendimentos de pretos e pardo pode estar relacionada ao fato dessa população ter maior participação em ocupações de rendimentos mais baixos, muitas vezes, baseadas em piso mínimo", aponta o IBGE.
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Nível de instrução
Em 2018, o rendimento médio mais baixo, segundo o nível de instrução, era o da mulher do grupo sem instrução e fundamental incompleto (R$ 880), enquanto o mais elevado era recebido por homens de nível superior completo (R$ 5.928).
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Com exceção de 2012, a razão do rendimento entre mulheres e homens sem instrução e fundamental incompleto alcançava o percentual mais elevado entre todos os níveis de instrução, atingindo 68,6% em 2016.
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Entre os anos de 2012 a 2014, a razão crescia com o nível de instrução; nos anos de 2017 e 2018, a tendência se invertia com as mulheres de nível superior completo, obtendo os menores percentuais: (62,7% em 2017) e (64,3% em 2018).
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Ocupações mais comuns
Considerando as ocupações selecionadas pelo estudo, a participação das mulheres era maior entre os trabalhadores domésticos (95%), seguido por professores de ensino médio (84%) e trabalhador de limpeza de interior de edifícios, escritórios, hotéis e outros estabelecimentos (74,9%) ..
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Fonte: G1 Goiás.