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Não mata, mas atrapalha a vida

26 de dezembro de 2015

Não mata, mas atrapalha a vida

A fila de pacientes por uma cirurgia eletiva (que não são consideradas de emergência) deve aumentar ainda mais em 2016, com o corte de verba previsto no orçamento do Ministério da Saúde.

A previsão é que haja uma queda de 37 mil cirurgias (marca de 2014) para 10 mil, já que as autoridades terão de lidar com um teto de R$ 3,2 milhões em 2016.

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